Olá,
Em minha aula de História da alimentação, conheci a 'ova mellita', termo latino que significa 'ovos adocicados'. Do latim Ova - plural de ovu = ovos. Mellitus = mel, de sabor adocicado. Preparado em Roma, na antiguidade. 'Ovos batidos e cozidos em uma panela plana de barro com mel'. Bom, como entendi que eram ovos batidos com mel, fiz hoje uma variação com minha sobrinha pequena e ficou uma delícia. Mas como estou aprendendo sobre gastronomia, se tivesse lido no site que indico abaixo sobre a omelete, teria batido as gemas separadas das claras, com certeza ficariam mais leves. Enfim, como não sou romana, não vivo no século II e adoro misturar sabores, eis minha receita. Ficou um espetáculo....
Vou dar o nome de 'Omelete Carolina' porque hoje, ela foi a única que experimentou, repetiu e adorou minha comida. rsrsrs
OMELETE CAROLINA
2 ovos batidos
1/2 cebola pequena picada em brunoise (cubinhos)
1 pouquinho de tomilho
1 tanto de creme de leite
1 punhado de queijo ralado
1 pitada de cúrcuma
Frite no azeite.
Acompanhei com arroz integral com grãos, banana picada e torradas de alho.
Bom apetite.
Conhecendo sobre omelete: <http://www.bolsademulher.com/familia/viajando-na-omelete-2066.html>
sábado, 18 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Endorfinas e Bolo de Mexerica
Ainda temperamos nossas manhãs com ‘noz’ e hoje em dia um novo tempero, o alecrim - Rosmarinus officinalis, planta nativa da região mediterrânea - Foi muito apreciada na Idade Média e no Renascimento. Devido ao seu aroma característico, os romanos designavam-na como rosmarinus, que em latim significa orvalho do mar. Faça um chá e se permita um bem-estar generalizado.
Rir é absurdamente digestivo. Acontece em todas as manhãs. Inevitavelmente surgem suspiros, comportamentos, falas, jeitos, enredos, textos, novelos linguísticos. Nem sempre estamos ou nos sentimos felizes e talvez alguns de nós não tenhamos tantas designações para rir, entretanto, há uma atmosfera de bem-estar que percorre a todos, ao menos, naquelas horas matinais. Sem percebermos, isto é um acalento psicofisiológico, uma vez que vários hormônios são liberados em nossa corrente circulatória, promovendo sensações de alegria, prazer, relaxamento, como acontece quando e se a gente faz exercício físico, come algo delicioso, faz sexo e/ou se diverte. Enfim, nossas manhãs e principalmente as minhas, são ‘endorfínicas’, graças às endorfinas que fazem adequadamente seu trabalho de manter nossa organização interna atenta às necessidades e ganhos secundários, como sentir-se bem.
Nossa amiga Maria Aparecida nos ofertou uma receita deliciosa que não paro de fazer, pelo menos enquanto encontrar mexerica. Fiz outro dia em forminhas. Ficou gostoso, o primeiro bolo ficou um espetáculo. As últimas mexericas estavam um pouquinho mais secas, mas nos deliciamos, eu e meus sobrinhos pequenos. Levarei para meus amigos na faculdade, agradecendo por hoje terem ficado após o horário de aula para terminarmos um trabalho. Era nosso compromisso, mas, sinto vontade de lhes dizer ‘obrigada’ do jeito mais gostoso que conheço: comendo. rsrsrs. Espero que eles gostem. Depois eu conto.
Vou deixar a receita, caso você queira experimentar. Desejo que goste também.
Rir é absurdamente digestivo. Acontece em todas as manhãs. Inevitavelmente surgem suspiros, comportamentos, falas, jeitos, enredos, textos, novelos linguísticos. Nem sempre estamos ou nos sentimos felizes e talvez alguns de nós não tenhamos tantas designações para rir, entretanto, há uma atmosfera de bem-estar que percorre a todos, ao menos, naquelas horas matinais. Sem percebermos, isto é um acalento psicofisiológico, uma vez que vários hormônios são liberados em nossa corrente circulatória, promovendo sensações de alegria, prazer, relaxamento, como acontece quando e se a gente faz exercício físico, come algo delicioso, faz sexo e/ou se diverte. Enfim, nossas manhãs e principalmente as minhas, são ‘endorfínicas’, graças às endorfinas que fazem adequadamente seu trabalho de manter nossa organização interna atenta às necessidades e ganhos secundários, como sentir-se bem.
Nossa amiga Maria Aparecida nos ofertou uma receita deliciosa que não paro de fazer, pelo menos enquanto encontrar mexerica. Fiz outro dia em forminhas. Ficou gostoso, o primeiro bolo ficou um espetáculo. As últimas mexericas estavam um pouquinho mais secas, mas nos deliciamos, eu e meus sobrinhos pequenos. Levarei para meus amigos na faculdade, agradecendo por hoje terem ficado após o horário de aula para terminarmos um trabalho. Era nosso compromisso, mas, sinto vontade de lhes dizer ‘obrigada’ do jeito mais gostoso que conheço: comendo. rsrsrs. Espero que eles gostem. Depois eu conto.
Vou deixar a receita, caso você queira experimentar. Desejo que goste também.
Bolo de Mexerica
Tire o caroço de 3 mexericas do rio (corte ao meio).
Com casca, bagaço e caldo coloque no liquidificador.
Junte ½ copo de óleo e 3 ovos inteiros, bata até virar um creme.
Leve para uma bacia funda e misture: 2 copos de farinha de trigo, 2 copos de açúcar, 1 colher de sopa de fermento.
Coloque em forma untada e enfarinhada e leve para assar.
Tire do forno e jogue a calda por cima.
Calda
3 mexericas (só o caldo)
1 copo de açúcar (copo de requeijão)
Escrever para....
"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas.
A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..."
Clarice Lispector
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